FCDL/RN no Projeto Mulheres Mãos que Constroem

 

mulheres2 Mulheres

Presidente Afrânio Miranda entregou os certificados do projeto “Mulheres Mãos que Controlem”

O Presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte (FCDL/RN), Afrânio Miranda, participou na manhã de hoje da entrega dos certificados de conclusão de curso das 88 mulheres que participaram da segunda etapa do projeto “Mulheres: Mãos que Constroem” realizados pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres – Semul em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e executado pela (FCDL/RN).

O Presidente Afrânio Miranda falou da importância da capacitação para o mercado de trabalho, e da oportunidade de crescimento que o projeto Mulheres: Mãos que Constroem está proporcionando as participantes. “ Hoje vocês recebem o certificado que pode mudar a vida profissional e a situação econômica de suas famílias. Fico muito feliz de participar desse momento e de ser um dos agentes proporcionadores de mais essa conquista na vida de cada uma de vocês”, afirmou.

Miranda afirmou ainda que a FCDL/RN é uma entidade ligada ao lojista, mas que tem todo o interesse em contribuir para incluir essas mulheres no mercado de trabalho.

A cerimônia contou com a presença do prefeito Carlos Eduardo Alves, da Secretária Municipal de Políticas para as Mulheres – Semul, Aparecida França, do vice-presidente da FCDLRN, e secretário Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, Marcelo Rosado,

Nesta fase as mulheres participantes fizeram cursos de eletricistas, encanadoras prediais, pintoras de obra e pedreiras de revestimento em argamassa e cerâmica. O Projeto está entrando agora na reta final e prepara as últimas turmas para alcançar as 720 mulheres das quatro regiões da capital, previstas.

Até meados de julho o restante deverá se formar.  A ideia é prepará-las para o mercado de trabalho, de forma que possam gerar renda, seja como autônomas ou empregadas no mercado da construção civil.

Os cursos duram cerca de dois meses, com quatro horas de aulas diárias, pela manhã ou à tarde. Para atender melhor à demanda, funcionam em locais próximos de onde as mulheres moram, por isso, a Semul tem o apoio de associações, igrejas e conselhos comunitários. O projeto conta ainda com o suporte de grupos organizados de mulheres e da FCDL, responsável pelo processo ensino-aprendizagem.

São ao todo três fases: a primeira é ministrada por educadores que tratam sobre gênero, participação, organização, violência contra a mulher e inserção no mercado de trabalho; na segunda fase os instrutores da FCDL abordam a teoria das áreas em que as mulheres vão atuar; e na terceira, elas têm aulas práticas.

As primeiras turmas formadas já tiveram o banco de dados envido pela Semul para o Sinduscon, para que as construtoras possam aproveitar essa mão de obra disponível agora no mercado. As secretarias municipais que trabalham com obras também receberam o banco de dados, de modo que possam cumprir a Lei Municipal 330/2011, que prevê uma cota de 10% de mão de obra feminina nas obras públicas municipais.

 

 

 

 


Data da publicação: 14 de maio de 2015

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